. Tensões com os EUA e sanções em pauta
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Eduardo Bolsonaro, deputado federal e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, alertou para o risco de novas sanções e tarifas dos EUA, sugerindo que o Brasil deveria fazer “sinalizações” em retorno às pressões ReutersCNN Brasil.
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Em resposta, o presidente Lula rejeitou as exigências de Trump, afirmando que o país “não vai ficar de joelhos” e rechaçou acusações de má atuação comercial.
2. Crise no agronegócio e inadimplência recorde no Banco do Brasil
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O Banco do Brasil registrou um nível histórico de inadimplência em seu portfólio agropecuário no segundo trimestre de 2025: 3,49%, contra 3,04% no trimestre anterior e apenas 1,32% no ano anterior. A maior parte dos devedores não tinha histórico de inadimplência prior to dezembro de 2023. Fatores como clima adverso, altas taxas de juros e custos elevados explicam o cenário. Ainda assim, o banco espera recuperação nos últimos meses, com safra e preços de commodities mais favoráveis.
Reuters
3. Retomada das exportações de frango
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A BRF, uma das líderes globais em processamento de alimentos, anunciou que China e Europa devem retomar importações de frango "em questão de dias ou semanas", após as restrições impostas neste ano por conta de um surto de gripe aviária serem suspensas.
Reuters
4. Negociações com o Canadá e BRICS
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O Brasil está em conversas com o Canadá sobre a retomada da negociação de um acordo de livre comércio entre o país norte-americano e o Mercosul. Uma visita do ministro do Comércio do Canadá a Brasília está programada para 25 de agosto de 2025, com previsão de formalização de negociações entre setembro e outubro.
Reuters -
Simultaneamente, o país se prepara para sediar uma cúpula virtual do BRICS. A Índia, entretanto, já sinalizou que não pretende adotar uma agenda de desdolarização, apesar dos esforços do grupo em fortalecer cooperação monetária frente a sanções — o que evidencia divergências internas.
The Economic Times
5. Avanço na indústria farmacêutica nacional
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O Brasil vai contar com uma produção 100% nacional de medicamentos hemoderivados, com um investimento de R$ 1,9 bilhão em nova planta que utiliza plasma humano coletado via doações voluntárias.
Agência Gov
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